segunda-feira, 19 de novembro de 2007


O Brasil enfrenta o Uruguai no Morumbi, nesta quarta-feira, pelas eliminatórias sul-americanas para a Copa de 2010. E a apresentação diante da torcida paulista está causando uma expectativa negativa sobre Júlio César, pois o torcedor, principalmente o são-paulino, queria ver Rogério Ceni como o camisa 1 do Brasil. Cafu, que conquistou o penta em 2002, acha que todos precisam apoiar o goleiro escolhido pelo técnico Dunga.

- O Rogério é meu amigo, é um excelente goleiro e a torcida gostaria de vê-lo na seleção. Mas os torcedores que vão ao Morumbi precisam respeitar a escolha do Dunga - ressalta o lateral, em entrevista à Rádio Jovem Pan.

Apesar de ter sido criticado após o fracasso do Brasil na Copa de 2006, Cafu se coloca à disposição de Dunga para futuras convocações.

- Sempre estarei pronto e se o Dunga precisar de mim, será um prazer voltar à seleção - completa o jogador do Milan.

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domingo, 18 de novembro de 2007


Júlio César tem um carinho por Lima. A capital do Peru traz ótimas recordações ao camisa 1 da seleção brasileira, que ainda não sofreu gols nestas eliminatórias sul-americanas. A história do goleiro com a cidade começou cedo, em 2000. Foi quando ele disputou o título do sul-americano sub-17 contra a Argentina. A seleção brasileira foi campeã.

- Estou feliz de voltar aqui. Minha relação com Lima vem desde cedo. Na seleção sub-17 ganhei o título em cima da Argentina por 1 a 0.

Em 2004, o goleiro retornou ao país para jogar a Copa América pela seleção brasileira. A equipe chegou desacreditada, já que os principais jogadores pediram para não disputar a competição. Mesmo assim, o Brasil foi passando pelos adversários com grandes atuações de Júlio César. Na semifinal contra o Uruguai e na final contra a Argentina, ele foi o herói defendendo pênaltis após empates no tempo normal.

- A Copa América foi muito especial para mim. Foi quando tive a primeira oportunidade de disputar uma competição oficial como titular da seleção.

Eleito duas vezes o melhor jogador em campo pela Conmebol, o goleiro ganhou na época duas TVs de Plasma dos patrocinadores da competição. - Eles só demoraram para entregar (risos) - brinca.

As duas finais contra a Argentina e a semifinal contra o Uruguai, em 2004, foram disputadas no estádio Monumental de Lima, local da partida deste domingo contra o Peru. - É um estádio que meu deu sorte (risos). Espero que a história se repita agora.
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quinta-feira, 15 de novembro de 2007

 

Júlio César curte o momento de titular na  seleção brasileira. Ele esperou quatro anos pela oportunidade. Em 2004, quando Dida era o dono da camisa 1, o goleiro mostrou na Copa América que teria condições de assumir a posição. Júlio César foi um dos destaques do título brasileiro ao lado do atacante Adriano.

Júlio César agora espera se manter como titular. O retrospecto pela seleção é excelente. Em 17 jogos com a camisa amarelinha, o goleiro sofreu 11 gols. Média de 0,64 por partida. Nos dois primeiros jogos nas eliminatórias - contra Colômbia e Equador - o Brasil não sofreu gol.

- É um gostinho muito bom ser titular pela seleção e tenho orgulho disso. Fora que quando você volta para o seu clube volta sempre cheio de moral - diz.

 Goleiro sofrerá pressão no Morumbi
Agência   Júlio César no treinamento em Teresópolis

Se no Maracanã, contra o Equador, Júlio César teve o apoio do torcedor carioca - principalmente o rubro-negro - no Morumbi, contra o Uruguai, o goleiro terá a pressão dos tricolores, que querem a convocação de Rogério Ceni.

- Não será nada contra o Júlio César. Será apenas uma manifestação a favor do Rogério Ceni, que é um ídolo e merece todo esse carinho. Por isso estou tranqüilo. Torcida é paixão. E no Brasil há sete ou oito goleiros com condições de vestir a camisa da seleção brasileira - explica. 

Júlio César tem planos de terminar o ano sem sofrer gols nas eliminatórias. Para isso, precisa fechar o gol contra o Peru, no domingo, e o Uruguai, na próxima quarta-feira.

- Ficaria feliz. Seria importante não apenas para mim, mas para toda a defesa - finaliza

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Júlio César deu um depoimento emocionante nesta quinta-feira sobre a atual situação do Adriano. Os dois são companheiros no Inter de Milão, da Itália. Além disso, são amigos. Começaram juntos nas divisões de base do Flamengo.

O goleiro da seleção disse que está preocupado com o abatimento de Adriano na Itália. O atacante deve vir para o Brasil na próxima semana para se tratar.

- O Adriano é realmente um grande amigo. Ele está passando por um momento muito complicado. Estava se dedicando muito nos treinos. Estava ciente de que queria voltar a ser o Imperador, como era chamado na Itália. Mas com os problemas que aconteceram nesta temporada ele desanimou. Ficou fora da lista da Liga dos Campeões, passou a não ser chamado também para os jogos do Italiano. E isso para um jogador como o Adriano é muito complicado pelo o que ele fez nos últimos anos. Tentamos levantar a moral dele. Estou também muito triste com tudo o que vem acontecendo.

Júlio César torce pela recuperação do amigo.

- Espero que ele dê a volta por cima. É só ele começar a jogar. Ele tem qualidade.
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